Arquivo para dezembro \25\UTC 2007

25
dez
07

Feliz Natal! Segundo o XMas Resitance

Natal Resistência
Anúncios
10
dez
07

Rage Against the Machine – O som do protesto


Surgida em 1991, a banda Rage Against The Machine foi composta até 2000 por Zack de La Rocha (vocal), Tom Morelio (guitarra), Tim Bob (baixo) e Brad Wilk (bateria). Todos colegas de escola secundaria de Los Angeles, nos Estados Unidos.
A banda faz uma mistura de som pesado (punk, rock, metal, rap, dentre outros) e letras politizadas que denunciam a repressão e o sistema, rendendo-lhes já no seu primeiro álbum (Rage Against The Machine, 1992) a proibição de fazer shows em alguns estados americanos, dado o conteúdo anti-EUA. A crescente censura gerou em 1993, o show no Lollapalooza III, no qual todos os integrantes da banda permaneceram nus no palco durante mais de dez minutos, no mais absoluto silêncio. Todos com a boca amordaçada por fitas pretas e cada qual com uma letra no corpo compondo a sigla da facista Parents Music Resource Center.
Até o lançamento de Evil Empire (1996), seu segundo disco, o Rage promoveu inúmeros shows que viriam a compor uma das características mais marcante do grupo: o apoio a causas, movimentos, grupos e militantes. Em 1994, percorreram a Califórnia com o show For the Freedom of Leonard Peltier, cuja renda foi doada para o Comitê de Defesa de Leonard Peltier, índio americano acusado de assassinar dois agentes do FBI que invadiram sua reserva indígena, oficialmente atrás de um jovem acusado de roubar botinas usadas. O mesmo show também teve a renda dividida entre a United Workers e a Para Los Ninõs.
Em 1996, causaram polêmica ao cantar duas músicas no programa de TV Saturday Night Live. A segunda música não foi ao ar, pois apresentava uma bandeira americana de cabeça para baixo em protesto contra a presença de outro convidado, o mega-empresário e candidato a presidente Steve Forbes.
Ainda em 1996, lançaram o álbum Live and Rare, com regravações de sucesso do primeiro e do segundo disco em versões ao vivo, com a inclusão da inédita Zapata’s Blood, sobre o Movimento Zapatista do México.
Já em 1997 fizeram turnê com o grupo irlandês U2, doando os lucros dos shows à causa de Mumia Abu-Jamal (jornalista e ativista americano negro, condenado à morte por matar um policial que espancava o seu irmão, sem que fosse levado em consideração varias testemunhas de defesa), a da FAIR (ONG que defende minorias), a dos Zapatistas e da Women Alive (entidade que cuida de mulheres portadoras do vírus HIV).
No mesmo ano o guitarrista Tom Morelio foi preso com mais de 30 pessoas em protesto contra a Guess (famosa grife de roupas), na campanha desenvolvida contra as sweatshops, empresas que usam trabalho precarizado. Nas palavras do próprio:

Nós somos contra eles, por que eles tiram proveito dos trabalhadores em Calcutta, e nos EUA (Los Angeles, New York City, e Bay Area). Eles têm condições de trabalho escravas. E eles estão contando com que as pessoas que leiam isso não se importem. Eles acham que a moda é mais importante e mais nada importa, e então aquela exploração brutal daqueles trabalhadores não os importa. Nós estamos dizendo que eles estão errados.

Em 1999 gravaram seu terceiro álbum com músicas inéditas, o The Battle of Los Angeles. Cuja canção Guerrila Radio protesta contra a situação de Mumia Abu-Jamal. Foi realizado um show em beneficio dele e um protesto em Genebra, na Suíça, junto às Nações Unidas contra a pena de morte nos Estados Unidos. No mesmo ano cantaram no Tibetan Freedom Concert, pela independência do Tibete ainda sob invasão chinesa. Na reedição do Woodstock em 1999 queimaram a bandeira dos Estados Unidos.
Em 2000 lançaram um álbum só com covers de rappers como MC5, bandas como Rollings Stones, e cantores como Bob Dylan. Todas as suas músicas foram censuradas e proibidas de tocar nas rádios americana após os eventos de 11 de setembro. Este ano, o Rage Against The Machine está de volta com turnê mundial.

O clipe acima, Wake Up, foi feito pelo pessoal do blog Soma Kaos.

08
dez
07

We will rock you – o Rock’n Roll segundo Hitler, Mao e Stalin

Adolf Hitler - Os negros são o futuro da músicaMao Tsé-Tung - O rock pesado é a verdadeira Revolução CulturalJosef Stalin - Eu abençoo a América pelo Rock’n Roll

Em uma atitude bem rock, os mais novos garotos propaganda de uma rádio russa deixaram de lado suas ideias bizarras e decidiram curtir boa música.

  • Adolf Hitler em sua fase Jackson Five – Os negros são o futuro da música
  • Mao Tsé-Tung num show do Kiss, prestes a estirar a lingua – O rock pesado é a verdadeira Revolução Cultural
  • Josef Stalin lembrando que Elvis não morreu – Eu abençoo a América pelo Rock’n Roll



RSS Midia Independente

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

Estatística

  • 23,738 acessos